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sábado, 5 de novembro de 2016

[cotidiano] Vereadora do PDT que transou em cartório e o vídeo vazou pode perder o mandato

A conduta da vereadora Fernanda Hortegal beirou a vida privada e transbordou na sua vida publica, atingindo até um serventuário do Cartório Eleitoral de Dom Pedro, no Maranhão. A vereadora aparece fazendo sexo dentro de um órgão público, especificamente, achou de expor seus extintos sexuais em um Cartório Eleitoral do Estado do Maranhão. Filmou toda a cena, o que veio a ser “vazada” nas redes sociais em todo o país.

O problema não foi ato sexual em si, o problema foi o local. Uma mulher que quer representar uma cidade do Maranhão não ter pudor e inventar de fazer sexo até em repartições públicas em pleno horário de expediente?

Ela traiu o marido, o médico Sansão Hortegal até na porta de sua própria casa, prática essa que dizia respeito apenas ao casal. Agora levar a conduta vulgar e leviana para dentro de repartições publicas foi a gota d’água. E a cidade de Dom Pedro não deverá ficar omissa, precisará sair das redes sociais e impedir que esta mulher assuma o mandato de vereadora.

Uma pessoa que não respeita um cartório eleitoral irá respeitar irá respeitar a Câmara de Vereadores? Não!

Para impedir que ela assuma, o primeiro suplente deve ingressar com uma ação no Ministério Público contra Fernanda Hortegal, pelo crime de cometer ato obsceno de transar em local público. O procedimento prescrito pela lei diz que, ao ser flagrado, o casal será levado à delegacia.

“A pena para ato obsceno é de no mínimo três meses e no máximo um ano. A pessoa deve se comprometer a comparecer em juízo para não ser presa em flagrante, e uma transação penal será feita, em que haverá aplicação de pena”diz Hugo Crepaldi Neto, professor de processo penal da PUC-SP.

Fonte: Polêmica Paraiba

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