Hoje (03), Apodi viveu um dos piores momentos morais da história do município, isso porque as pessoas que representam a câmara e a prefeitura deixaram de ter o povo como prioridade.
A questão se resume ao fato dos projetos de suplementação orçamentária do executivo, que estava para serem votados hoje na câmara e foram reprovados. Isso porque o prefeito não se planejou, fez com bem o quis e no final do ano quer fazer o que era necessário durante o ano inteiro, como a comprar de material para evitar que a Secretaria de Urbanismo, por exemplo, deixe de efetuar os seus serviços.
Além disto a câmara também aceitou o veto do prefeito Flaviano Monteiro no que diz respeito ao projeto que ampliaria a lei de improbidade administrativa, dando mais segurança a população no tocante a moralidade dos serviços públicos, onde garantiria que nem o executivo ou o legislativo, contratassem parentes de gestores. Um retrocesso!
Os fatos atribuídos dão a entender que nem FLAVIANO MONTEIRO (PCdoB), como alguns vereadores, estão, literalmente, preocupados com o povo. Isso porque o prefeito pregou, no dia da sua emancipação, a moralidade, mas exerce a IMORALIDADE para com a população, bem como alguns vereadores que não sabem o que estão representando na sede do poder legislativo.
É tamanha a falta de carater para com a sociedade por parte de alguns representantes políticos, bem como de algumas pessoas que também incriminam os políticos e nas eleições usam da exploração capital para poder lhes conceder os atributos do voto no tocante ao cumprimento legal da cidadania, mas que cidadania é essa?
Sabe-se que, apesar da votação ser secreta, cinco vereadores votaram a favor do veto do prefeito, noeiam-se eles: Junior Carlos (PSB), Genivan Varela e Chico de Marinete (ambos do PCdoB), Soneth Ferreira (PDT) e Costinha (PPS), estes apoiaram o veto do prefeito que diz respeito a contratação de serviços por parte da prefeitura mesmo que o prestador deste serviço seja um membro da família do gestor.
Por outro lado, sete vereadores deveriam votar na derrubada do veto, mas um anulou, intencionalmente o seu voto. Apesar do voto ser secreto, três declararam, publicamente, que votou a favor da derrubada do veto o vereador Ângelo, Laete e Nilson. Resta saber como foram os votos dos demais (Evangelista, Filho Neto, Junior Souza e Hortência).
O vereador do PROS, Bráulio Ribeiro, não participou da sessão.
É importante destacar que a votação saiu de 6 contra o veto e 5 a favor, mas como teve um nulo e a câmara necessitaria de 7 para derrubar, o projeto não foi aprovado.
Diante dos fatos, resumi-se que seria melhor pegar a "Câmara e a Prefeitura e jogar no lixo", com tamanha barbaridade. E por que? porque os serviços públicos estão parecendo mais empresas próprias onde famílias tomam de contam deste poderes.